Apenas o SFH oferece CONDIÇÕES ATRAENTES para se FINANCIAR UM IMÓVEL? Há alternativas válidas?

2018-06-20T14:10:31+00:00 15/06/2018|Comprar Imóveis|

FINANCIAMENTO de imóvel FORA DO SFH: benefícios menores, mas ainda existem boas VANTAGENS!

Alternativas. Além dos financiamentos pelo SFH, existem OUTROS CRÉDITOS imobiliários oferecidos pelos bancos brasileiros, como o SFI | Sistema Financeiro Imobiliário e a CH | Carteira Hipotecária. As fontes de recursos para os bancos viabilizarem estes outros tipos de financiamento são suas operações tradicionais de captação de dinheiro no mercado, através, por exemplo, da oferta de LCI (Letras de Crédito Imobiliário) aos investidores interessados. Nestes casos, o lado bom é que existe alguma flexibilização nas exigências, mas os benefícios, por outro lado, são um pouco menores:

  • TIPO DE IMÓVEL: podem ser financiados quaisquer imóveis em situação de regularidade documental, sejam residenciais ou de lazer, imóveis comerciais como lojas ou salas para locação, imóveis industriais, etc.
  • VALOR DE VENDA DO IMÓVEL: não há limite (desde que o valor seja aprovado pelo banco).
  • TAXAS DE JUROS: normalmente mais altas que no SFH, negociadas caso a caso, conforme o nível de relacionamento do banco com o cliente. Costumam ficar entre 5% a 50% mais altas que as taxas praticadas no SFH (até 12,70% ao ano ou 1% ao mês). Isto ocorre porque o custo de captação do dinheiro para o banco, neste caso, é bem mais alto do que no SFH, no qual o banco pode se valer dos recursos baratos captados da Caderneta de Poupança, pagando apenas cerca de 2/3 do que costuma pagar a quem investe em LCIs, por exemplo. Daí, é natural que a instituição financeira pratique taxas de juros mais elevadas nestes financiamentos fora do SFH.
  • CORREÇÃO MONETÁRIA: pode até ser pela TR, mas comumente é feita pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, calculado pelo IBGE) ou IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado, calculado pela FGV). Tais índices costumam subir entre 5% e 6% ao ano (entre %0,40 e %0,50 ao mês), majorando o valor das parcelas do financiamento nesta mesma proporção.
  • IOF: fora do SFH, volta a incidir este imposto, o que ajuda a encarecer um pouquinho o CET | Custo Efetivo Total do financiamento nestas condições, aumentando discretamente o valor das parcelas.
  • FGTS: fora do SFH o devedor não pode utilizar os recursos de seu fundo para dar entrada, quitar parcelas, amortizar ou eliminar o saldo do financiamento. Portanto, para aliviar a carga de seu financiamento, caso o tomador assim deseje, terá de contar com recursos financeiros próprios, previamente planejados e acumulados para este fim. Valerá a pena!

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