Como impedir que PAGAMENTOS FREQUENTES, que ocupam muito do orçamento, saiam do CONTROLE?

2018-09-13T17:10:35+00:00 13/09/2018|Controlar os Gastos|

PODCAST

Para enxugar um GASTO FREQUENTE, reduza seu VALOR UNITÁRIO e também sua FREQUÊNCIA NO MÊS!

Nós já conversamos aqui sobre a importância de enxugar seus pagamentos frequentes e eventuais. Todo pagamento frequente, você sabe, pode ser visto sob dois aspectos, como dois lados de uma mesma moeda:

  • VALOR UNITÁRIOdo pagamento frequente: quantia que você desembolsa cada vez que realiza um determinado pagamento frequente.
  • FREQUÊNCIA do pagamento no mês: quantas vezes você faz esse tipo de desembolso a cada 30 dias.

Inofensivo? O principal erro de planejamento financeiro que se pode cometer com relação a um gasto frequente é SUBESTIMAR seu impacto, acreditar que não pesa no orçamento e que não precisa ser enxugado, só porque tem valor unitário baixo. No entanto, sabemos que se a frequência do gasto for elevada, ele representará um valor de desembolso mensal bastante expressivo, e terá pleno potencial para um enxugamento próspero. Para enxugar um pagamento frequente será preciso trocá-lo por um de menor valor unitário, e/ou reduzir sua frequência no mês. Vamos agora a um exemplo prático de enxugamento desse tipo de gasto!

Na ponta do lápis. Imagine uma pessoa que almoce fora de casa todos os dias em que trabalha (20 dias por mês, em média), gastando cerca de R$ 20,00 a cada refeição. Sendo 20 refeições por mês, o gasto mensal ficará em R$ 20,00 X 20 = R$ 400,00. Digamos que hoje este gasto esteja pesando no orçamento e precise passar por um providencial enxugamento.

Uma boa opção de enxugamento seria preparar uma refeição caseira, ou um bom lanche natural, para levar de casa duas vezes por semana. Assim, a frequência do gasto seria reduzida para 12 vezes ao mês. O novo gasto mensal ficaria em R$ 240,00 (= R$ 20,00 X 12 refeições mensais), com uma economia mensal de R$ 160,00 (= R$ 400,00 antes – R$ 240,00 depois) e uma economia anual de R$ 1.920,00 (= R$ 160,00 mensais X 12 meses).

Isso, para não falar da possibilidade de pesquisar melhor na região, eventualmente encontrando uma boa refeição por um valor mais baixo (digamos, entre R$15,00 e R$ 18,00). Daí o novo gasto mensal ficaria em R$ R$ 180,00 (= R$ 15,00 X 12 refeições mensais), com uma economia mensal de R$ 220,00 (= R$ 400,00 antes – R$ 180,00 depois) e uma economia anual de R$ 2.640,00 (= R$ 220,00 mensais X 12 meses).

Ninguém está falando aqui em CORTAR um gasto do seu orçamento pessoal e familiar, mas simplesmente fazer um esforço para liberar um bom dinheiro através de um enxugamento sábio, que ainda vai reter boa parte do teor de qualidade de vida por trás do gasto, porém reduzirá muito seu valor mensal e anual. Lembre-se o dinheiro é seu: se você não gastá-lo com isso, poderá gastá-lo com aquilo. Economizar não é para viver pior, muito pelo contrário, é para poder viver melhor com o dinheiro que você tem hoje, enquanto se prepara para poder ganhar mais e ampliar seu padrão de consumo no futuro.

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Prof. Marcos Silvestre | Mentor de Coaching Money® do PROFE®

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