Como um PRESTADOR DE SERVIÇOS deve calcular o que cobrará de cada PROJETO ou de cada CLIENTE?

2018-05-23T20:49:12+00:00 24/05/2018|Replanejar meu Negócio|

O prestador de SERVIÇOS precisa calcular com RESPONSABILIDADE o valor de sua HORA-PROJETO!

A seu dispor! Muitos dos profissionais que se lançam ao projeto de um negócio próprio resolvem se estabelecer como prestadores de serviços especializados, normalmente no mesmo segmento em que já atuavam na condição anterior de colaborador de empresa. Muitas vezes o formato de negócio escolhido é o do PROFISSIONAL-EMPRESA. Talvez o principal desafio desse pessoal seja saber colocar um preço justo e equilibrado em seus serviços, um preço que os clientes aceitem pagar, que também cubra seus custos e encargos, pague seu tempo e, no final das contas, deixe no bolso do empreendedor uma remuneração digna em termos de margem de lucro.

Horas vendáveis. Na condição de funcionário de empresa, você vendia a seu patrão algo como 180 horas de trabalho mensais (45 horas semanais, em média nove horas para cada um dos cinco dias trabalhados na semana). Agora, como empresário prestador de serviços, você não terá esse tempo todo para faturar, já que uma boa parte terá de ser dedicada ao processo comercial e ao planejamento e à administração do negócio. Digamos que 1/3 das 180 horas mensais totais, ou 60 horas mensais, fiquem bloqueadas para atividades de suporte, restando 120 livres para FATURAMENTO.

Na ponta do lápis. Da venda dessas 120 horas mensais terá de vir o dinheiro para:

   1) cobrir os CUSTOS do negócio;

+ 2) pagar seu PRÓ-LABORE (o merecido “salário” por empenhar seu trabalho na empresa);

+ 3) gerar o LUCRO almejado (afinal, o principal propósito financeiro de lançar um negócio próprio).

Vamos calcular! Comece apurando o somatório das despesas fixas do negócio, como aluguel, telefone, material de escritório, combustível, estacionamento, eventuais multas, alimentação no período de trabalho e por aí vai. São, praticamente, todos eles custos indiretos; não haverá custos diretos expressivos, porque o “bem” que você estará vendendo será essencialmente seu tempo (e, óbvio, o valor que poderá agregar a seu cliente através desse tempo, uma vez que empregado na prestação do serviço). Assim, chamamos esses gastos de CUSTOS FIXOS.

Valor da hora. Adicione a seus custos fixos o valor líquido que você ganhava (ou ganharia) na condição de funcionário, desempenhando um trabalho semelhante ao que desenvolve em sua própria empresa. Esse será o seu PRÓ-LABORE. Em seguida, some a esses dois valores um outro tanto a título de MARGEM DE LUCRO: sugiro, pelo menos, 1% ao mês sobre o capital total empatado na abertura do negócio. Uma vez calculada na ponta do lápis a soma dos três valores acima, adicione 20% para cobrir IMPOSTOS E CONTADOR (esses 20% de encargos deverão ser suficientes para uma pessoa jurídica padrão no ramo de prestação de serviços). Pegue o total obtido e divida por 120 horas. Pronto: agora você já sabe o quanto cobrar pela HORA TRABALHADA. A partir daqui, já será possível orçamentar projetos com base no volume de horas que empregará na execução de cada trabalho.

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Prof. Marcos Silvestre | Mentor de Coaching Money® do PROFE®

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