Por que a maior parte das pessoas nunca têm DINHEIRO PRONTO para encarar maiore$ gasto$?

2018-09-27T12:59:15+00:00 27/09/2018|Controlar os Gastos|

PODCAST

Quando GASTOS EVENTUAIS são PLANEJADOS, equilibramos a relação CUSTO X BENEFÍCIO destes gastos!

Na ponta do lápis. Sabemos que mandar pintar a casa, por exemplo, normalmente requer uma quantia considerável. Imaginemos que, para fazer uma boa pintura na casa toda, sejam necessários cerca de R$ 3,5 mil. Oras, R$ 3,5 mil é um montante bastante elevado para qualquer pessoa. Mas, como não se pinta a casa todos os meses, esquecemos que tal gasto virá pela frente, e daí não aplicamos um tanto todo mês para juntar a reserva para bancar esse gasto total com perfeita tranquilidade financeira. Em nosso exemplo, o mais indicado será dividir a quantia de R$ 3,5 mil, o valor cheio do gasto eventual, pelo prazo de 48 meses, com o objetivo de pintar a casa a cada quatro anos. Isso resulta em um esforço poupador e investidor de cerca de R$ 73,00 por mês.

Na Poupança. Essa “mensalidade” de R$ 73,00 deverá ser economizada todos os meses e aplicada em uma Caderneta de Poupança (ou outra aplicação financeira) destinada a cobrir aos gastos com manutenção da casa, nos quais se inclui a pintura da casa. Passados quatro anos, o poupador terá nessa aplicação os R$ 3,5 mil necessários, mais os juros acumulados no período, que serão mais que suficientes para pintar a casa, pagando tudo à vista e com desconto, desde o pintor até as tintas e demais suprimentos necessários. Ainda sobrará uma boa reserva no bolso, quem sabe para custear um churrascão open house para a família e amigos na “casa nova”.

Planejado é mais barato!  Como, neste caso, o dinheiro estará pronto, será possível pagar à vista e com desconto, para o que bastarão R$ 3 mil. Então… já não serão necessários R$ 73,00 por mês para pintar a casa a cada quatro anos, mas R$ 62,50 (= R$ 3 mil / 48 meses). Infelizmente, como a maioria pensa pobre não se planeja, acaba tendo de apelar para as dívidas emergenciais e mal planejadas, e daí acaba saindo bem mais caro: com juros embutidos, a despesa total para pintar a casa (R$ 3,5 mil) irá facilmente para R$ 4 mil, que distribuídos por 48 meses atingirão nada menos que R$ 83,33 por mês!

Economia no planejamento. A primeira via, a do bom planejamento financeiro para deixar o dinheiro pronto antes do gasto (a via próspera!), em comparação com a segunda via, esquecer de se planejar e deixar o gasto pegá-lo de surpresa (a via empobrecedora) proporcionaria uma economia de R$ 20,83 por mês (= R$ 83,33 da 2a via – R$ 62,50 da 1a via), nada menos que R$ 250,00 por ano (= R$ 20,83 X 12 meses), ou R$ 1 mil de diferença em quatro anos, embolsados a cada vez que se pinta a casa!

Custo X benefício. Quando se planeja cada um dos gastos eventuais, distribui-se melhor a relação custo X benefício desse tipo de gasto, uma das boas práticas de planejamento de quem pensa próspero. Com isso em mente, o mais sensato será distribuir o custo da pintura da casa por quatro anos e balancear os R$ 3 mil pelos meses neste período entre a última pintura e a próxima daqui a quatro anos, diluindo esse desembolso em “suaves” mensalidades ao longo destes 48 meses. Pintar a casa, por exemplo, pode ter um peso muito razoável no orçamento (R$ 62,50 mensais), ou seja: com planejamento dá para encarar gastos maiores sem dívidas!

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Prof. Marcos Silvestre | Mentor de Coaching Money® do PROFE®

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