Por que os GASTOS EVENTUAIS nos pegam sempre DE SURPRESA, gerando DÍVIDAS EMERGENCIAIS?

2018-09-18T16:05:37+00:00 20/09/2018|Controlar os Gastos|

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Para ENXUGAR PAGAMENTOS EVENTUAIS, saiba SE PLANEJAR melhor… e haverá DINHEIRO PARA TUDO!

Esporadicamente… Em todo orçamento pessoal há sempre aquele tipo de despesa que só aparece de vez em quando, mas eventualmente aparece… ah, aparece! Por isso batizamos esse tipo de desembolso com o termo de gasto eventual. Tais pagamentos ocorrem uma única vez ou poucas vezes em um ano. Em determinados casos, ocorrem apenas a cada período de alguns anos. Alguns exemplos: IPVA, IPTU, pintura da casa, troca do carro, etc..

Todo pagamento eventual pode ser mais bem compreendido (e melhor controlado) se visualizado por dois lados:

  • VALOR CHEIO do pagamento eventual: quanto você desembolsa cada vez que tem de fazer esse tipo de gasto.
  • NÚMERO DE MESES (PRAZO) pelos quais esse pagamento deve ser distribuídoquantos meses haverá entre o momento em que tal gasto é realizado e a próxima vez em que ele ocorrerá.

De surpresa! O principal erro de planejamento financeiro que se pode cometer com relação a um gasto eventual é deixar de se planejar para pagá-lo, esquecendo-se de que este gasto virá (pois ele virá!), e daí deixando de separar os recursos necessários para custeá-lo. O que acabará acontecendo? Para honrar com este tipo de gasto você acabará tendo de fazer dívidas emergenciais caríssimas, como fazem os de mentalidade empobrecedora. Crédito abundante não faltará… faltará uma mentalidade próspera?

Na ponta do lápis. Sabemos que mandar pintar a casa, por exemplo, normalmente requer uma quantia considerável. Imaginemos que, para fazer uma boa pintura na casa toda, por dentro e por fora, com tinta e mão-de-obra de primeira qualidade, sejam necessários cerca de R$ 3,5 mil, por exemplo. Oras, R$ 3,5 mil é um montante de dinheiro bastante elevado para qualquer pessoa. Mas, como não se pinta a casa todos os meses (provavelmente nem mesmo todo ano), simplesmente esquecemos que tal gasto virá pela frente, que chegará a sua hora, e daí não aplicamos um tanto todo mês para juntar a reserva necessária para poder bancar esse gasto total com perfeita tranquilidade financeira. Em nosso exemplo, o mais indicado será dividir a quantia de R$ 3,5 mil, o valor cheio do gasto eventual, pelo prazo de 48 meses, com o objetivo de pintar a casa a cada quatro anos. Isso resulta em um esforço poupador e investidor de cerca de R$ 73,00 por mês.

Na Poupança. Essa “mensalidade” de R$ 73,00 deverá ser economizada todos os meses e aplicada regularmente em uma Caderneta de Poupança (ou outra aplicação financeira) destinada a cobrir aos gastos com manutenção da casa, nos quais se inclui a pintura da casa. Passados quatro anos, o poupador terá nessa aplicação os R$ 3,5 mil necessários, mais os juros do período, que serão mais que suficientes para pintar a casa, pagando tudo à vista e com desconto, desde o pintor até as tintas e demais suprimentos necessários. Ainda sobrará uma boa reserva no bolso, quem sabe para custear um churrascão open house para a família e amigos na “casa nova”. Vai ser uma alegriiiaaa, as crianças catando carvão na churrasqueira para rabiscarem as paredes novas!

Quer boas ideias, técnicas e ferramentas para CONTROLAR OS GASTOS e dar A VIRADA NA VIDA FINANCEIRA? Fique tranquilo: eu e os melhores EDUCADORES PRÓSPEROS® deste país jamais vamos deixar isso tudo lhe faltar! Vem com a gente… e VAMOS PROSPERAR!

Prof. Marcos Silvestre | Mentor de Coaching Money® do PROFE®

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