Quais os PARÂMETROS para que donos de NEGÓCIO PRÓPRIO se relacionem bem com seus CLIENTES?

2018-05-17T15:23:34+00:00 17/05/2018|Replanejar meu Negócio|

O relacionamento do EMPREENDEDOR com seu CLIENTE: mais AMOR, zero ÓDIO… e RESPEITO MÚTUO!

Amigos? Clientes podem ser criaturas doces. Alguns, talvez até tenham “nascido” como clientes a partir de seu círculo de relacionamentos, talvez já fossem pessoas queridas ou então se transformaram em seus amigos a partir da relação comercial que os aproximou. Com esse pessoal aí, tudo será sempre fácil e AGRADÁVEL. Mas existem também as “cascas de ferida”. Agora, uma coisa é cliente difícil, outra é cliente impossível. Respeite e valorize um cliente DIFÍCIL, contanto que ele se comunique com você de forma clara e respeitosa (mesmo que seca, sem firulas) sobre seus anseios e suas demandas. Possivelmente existe aí uma oportunidade de evoluir ao tentar superar a dificuldade que o tipo difícil lhe apresenta. Sim, existem “feras” que até vale a pena encarar.

Não dá! Quanto aos IMPOSSÍVEIS (e tenha muita sabedoria para saber distingui-los dos apenas difíceis), desencane: bote-os para correr o quanto antes! Para cada um que não ama o seu negócio e a sua proposta de trabalho pelos motivos errados haverá outros dez que o amarão pelos motivos certos! Contudo, enquanto aquele um do contra consumir seu tempo e sua energia, que deveriam ser dos outros dez, estes podem acabar passando despercebidos pela sua porta, indo fazer fila… no concorrente! E você lá, sofrendo na mão do “carrasco”… Chega!

Acalme-se! Em qualquer hipótese, nunca (jamais!) DESRESPEITE um cliente, nem permita que um colaborador seu o faça, mesmo quando o próprio cliente resolver desrespeitá-los. Nestas horas há que se ter a cabeça no lugar e muito sangue-frio. Na pior das hipóteses, no caso de o conflito acirrado, peça o mais educadamente possível que seu cliente se retire, depois de já ter feito por ele tudo o que estava ao seu alcance (às vezes muito além do razoável). Se a questão for extremada, chame a polícia para garantir sua integridade e a de seus funcionários, mas jamais tente fazer justiça com as próprias mãos diante de um cliente exaltado (ou algo mais do que isso). Você levaria a pior: depois do ESCÂNDALO, o tipo cronicamente problemático irá para casa relaxar… enquanto você ficará ali, com o trauma para administrar perante seus colaboradores e perante até outros clientes!

O CLIENTE É REI! Hum… não creio que essa seja uma forma muito salutar de colocar a coisa, não. Óbvio que nenhum negócio prospera ou sequer sobrevive sem o apoio constante de seus clientes. Por isso eles devem ser entendidos, respeitados e até mesmo amados, se possível, mas a síndrome do “TÔ PAGANDO!” parece ter contagiado uma parte crescente dos consumidores hoje em dia, e todo empreendedor terá de lidar com esse incômodo. Partindo desse raciocínio, o “cliente-rei” pode querer exigir de fato que a empresa exista “só para ele”.

Nããã… Isso pode até ficar bonitinho nas campanhas de marketing (“XYZ, uma empresa feita só para você!”), mas é uma baita mentira, na prática. Por mais personalizada e customizada que a oferta seja, a empresa precisa de escala para viabilizar sua operação, já que nenhum cliente sozinho pagará todas as suas contas. Então, na prática, nenhum cliente isoladamente pode querer determinar como as coisas devem ser no seu negócio. Ouça-os muito, demais, porém tente encontrar uma voz uníssona em meio ao seu conjunto de clientes: agrade-os… no conjunto!

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Prof. Marcos Silvestre | Mentor de Coaching Money® do PROFE®

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