Qual é a melhor forma de um CASAL se entender com relação às DESPESAS MENSAIS?

2018-05-09T09:22:25+00:00 09/05/2018|Planejar o Casamento|

Todo CASAL PRÓSPERO precisa organizar direito suas COMPRAS, CONTAS e GASTOS do dia a dia!

Conta conjunta. Mesmo na hipótese de o casal ser casado em regime de SEPARAÇÃO TOTAL de bens (o padrão é a comunhão parcial), é inegável que, no dia a dia, os parceiros tenham uma vida conjunta e despesas conjuntas. Assim, costuma funcionar bem o seguinte: o casal abre uma CONTA CONJUNTA no banco, e cada um deposita nela, no início de cada mês, a sua parte do valor total necessário para bancar todos os desembolsos mensais da família. A partir daí, o responsável pelas “contas a pagar” da família fará todos os pagamentos somente com os recursos dessa conta conjunta, que devem ser suficientes para bancar tudo.

Mantendo o equilíbrio. QUANTO cada um deverá depositar nessa conta? Essa é uma decisão que depende exclusivamente do casal, e estará valendo qualquer acordo que tenha sensatez financeira e seja respeitado por ambos com o passar do tempo. Uma coisa é óbvia: somando “o dele” com “o dela”, os depósitos na conta conjunta devem atingir 100% daquele mínimo necessário para bancar os pagamentos mensais da família. Eis um critério de partilha equilibrado: quem ganha um salário maior, depositará proporcionalmente uma quantia maior na conta conjunta, enquanto quem tem um rendimento menor, fará um depósito proporcionalmente menor.

Na ponta do lápis. Digamos que a esposa tenha um salário líquido de R$ 6 mil, e o marido de R$ 4 mil. A renda familiar somada é de R$ 10 mil. Assim, observamos que ela apura 60% desse total, enquanto ele ganha os demais 40%. Como distribuir os depósitos na conta conjunta com equilíbrio? Imaginemos que as DESPESAS CONJUNTAS do casal tenham sido orçamentadas em R$ 8 MIL. Digamos que ela, mais organizada e hábil com papéis e controles, tenha sido encarregada em comum acordo de controlar o pagamento das contas do casal/da família a partir da conta conjunta. Para garantir o balanceamento ideal, no início de cada mês ela depositará R$ 4.800,00 (60% DE R$ 8 MIL DELA) na conta conjunta, e ele fará uma transferência de outros R$ 3.200,00 (40% DE R$ 8 MIL DELE). No total, haverá R$ 8 mil para que ela, então, realize os pagamentos devidos ao longo do mês.

Compreensão… e amor! Cuidado com aquela história de começar a QUESTIONAR demais, de um lado, os ganhos individuais de cada um, e de outro, a contribuição de cada parceiro para as despesas conjuntas do casal. Ocorre que a renda mensal apurada por cada cônjuge dependerá de uma série de fatores, tais como o setor que escolheu para atuar, o momento econômico que o setor atravessa, e a trajetória profissional que cada um construiu nos últimos anos. De nada adianta que o cônjuge que ganha mais culpe o que ganha menos, afirmando que, se ele ou ela tivesse um salário maior, o outro não precisaria se sacrificar tanto. BOBAGEM. Lembre-se: também do ponto de vista financeiro, um CASAL PRÓSPERO deve ser mais que a simples soma de dois indivíduos.

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Prof. Marcos Silvestre | Mentor de Coaching Money® do PROFE®

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