Se eu tenho um PLANO DE PREVIDÊNCIA PRIVADA… seria necessário também ter um SEGURO DE VIDA?

2018-05-23T15:53:09+00:00 23/05/2018|Investir Direito|

Junto com um bom PLANO DE PREVIDÊNCIA PRIVADA, vai bem contratar um SEGURO DE VIDA INTEIRA!

Planejamento conjunto. Quando se pensa no assunto APOSENTADORIA, normalmente o foco de atenção do planejador vai para os planos de previdência privada, mas quero lembrar aqui que outra providência que deve ser tomada é a contratação de um bom SEGURO DE VIDA, porque recomendo que você aborde em paralelo estas duas importantes dimensões de planejamento de sua vida financeira: o presente imediato X o futuro distante.

Proteção. Juntamente com seu plano de previdência privada, poderá também contratar benefícios adicionais de PROTEÇÃO FINANCEIRA para você e sua família no caso de MORTE OU INVALIDEZ durante os anos em que estiver aportando recursos em seu plano. Para contratar estas coberturas, o participante do plano fará contribuições adicionais, que lhe serão cobradas juntamente com os aportes mensais do próprio plano. Entre as possibilidades de benefícios de risco estão o PECÚLIO, importância em dinheiro paga aos beneficiários do titular do plano no caso de seu falecimento, a transferência da pensão vitalícia ao cônjuge, ou ainda a PENSÃO paga aos filhos menores de 21 anos no falecimento do titular do plano.

Tradicional, à parte. Ao invés destas coberturas adicionais ao seu plano de previdência, você também deve considerar contratar em paralelo um SEGURO DE VIDA. O seguro de vida tradicional funciona assim: a cada ano você contrata uma nova apólice, com um novo valor de prêmio mensal, cada vez mais alto para um mesmo valor de cobertura, até que vá ficando idoso demais para conseguir renovar sua cobertura, já que o risco de morte naturalmente se eleva com o avanço da idade, e a seguradora não quer se expor a perdas indevidas.

Vida inteira. Já existe no mercado, há vários anos, a possibilidade de contratar o chamado seguro de VIDA INTEIRA. Neste caso, você acertará com a seguradora uma determinada idade meta (que pode coincidir com a idade certa para sua aposentadoria), até a qual pagará, desde já, um certo prêmio mensal, como depósitos que faria em um plano de previdência ou em outra aplicação financeira qualquer. Durante todo esse tempo até atingir a idade meta, você poderá contar com a cobertura especificada na apólice, e após essa data não precisará pagar mais nada para continuar com esta cobertura valendo até o final da sua vida. Sai mais caro, porém é bem mais interessante do que contar com um seguro tradicional, no qual a apólice vai encarecendo até torna-se inviável. Outra vantagem de elevado apelo no seguro resgatável: se preferir, você poderá fazer resgates ainda em vida.

Complementares, não iguais. Por este motivo, há gente que CONFUNDE este tipo de seguro com um plano de previdência privada. Afinal de contas, o princípio básico é o mesmo: durante uma determinada quantidade de anos paga-se um valor mensal, para se ter uma reserva acumulada ao final do período de contribuição. A principal diferença é que, no plano de previdência, a menos que você contrate complementarmente um seguro de vida, seu projeto de acumulação será interrompido imediatamente no caso do seu falecimento. Já no seguro de vida inteira, a qualquer momento, desde já, seus entes queridos contarão com a cobertura total contratada!

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Prof. Marcos Silvestre | Mentor de Coaching Money® do PROFE®

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